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TAMBAQUI EM RONDÔNIA

04/05/2018- Fonte: Marciano Bermudes - Zootecnista, Especialista em piscicultura

O Brasil é um país continental de grande extensão territorial, detentor de recursos hídricos invejáveis com inúmeras bacias, rios, córregos e várias usinas hidrelétricas já implantadas e algumas em fase de implantação, leva ao incentivo da expansão da aquicultura, sobretudo a piscicultura, sendo fundamental para contribuir com a demanda mundial por alimentos, não somente em função do crescimento populacional, como também pela preferência em busca de alimentos mais saudáveis.

A pesca extrativista indiscriminada, o aumento da diferença entre a quantidade de pescado capturado e a demanda de abatimento, fez da aquicultura uma das alternativas mais viáveis no mundo para produção de alimentos com alto valor proteico, destinado a alimentação humana. Diante desses dados é que a piscicultura vem contribuir significativamente na criação de pescado, pois representa a maior parcela dos organismos aquáticos produzidos em cativeiro.   Existe inúmeras espécies de peixes no país com potencial para piscicultura mas foi o tambaqui (Colossoma macropomum) que se destacou na região Norte, sua rusticidade e potencial produtivo podendo chegar de alevino à 3kg com apenas 12meses sem pacotes tecnológicos avançados que faz dele um favorito para contribuir com o crescimento da piscicultura brasileira.

O tambaqui, peixe apreciado por Manaus tornou o estado de Rondônia o maior produtor de peixes nativos do Brasil, hoje quase toda a produção do estado é destinado para o consumo interno de Manaus devido à grande aceitação da espécie por parte da população manauara (Amazonense) com pouco mais de 2 milhões de habitantes, em torno de 15% destinados para outros grandes centros como; Goiânia, Belém, São Paulo e outros.

A piscicultura em Rondônia tem crescido de forma solida isso graças ao incentivo governamental, desburocratização e agilidade nos processos das licenças ambiental comparado com outros estados. Hoje conta com alguns frigoríficos e várias fabricas de rações fortalecendo ainda mais o elo piscicultor-indústria dentro da cadeia produtiva. Porém, a muitos obstáculos a serem vencidos.

O cultivo de tambaqui hoje predomina-se em tanques escavados no sistema semi-intensivo podendo ser construído no leito do córrego ou não, desde que está se encaixe nos padrões ambientais dos órgãos competentes. Outra modalidade que tem se destacado são os chamados tanques com águas bombeada com menor burocracia ambiental devido sua construção se feita fora do leito dos rios, o estado tem ganhado com o aumento de empregos por parte da atividade, atraindo investidores não só do Brasil mas também do mundo apostando em nosso estado.

 

                                                                     Marciano Bermudes, Zootecnista, Especialista em piscicultura Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT), Pontes e Lacerda, MT. Instituto de Educação Superior (ABRACE BRASIL)

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